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20 de mai. de 2016

Dia Mundial do Jeans

O Dia Mundial do Jeans é comemorado hoje, 20/05, e a Damyller compartilhou algumas curiosidades para vocês conhecerem um pouco mais sobre o DNA da marca, que é a melhor do país no quesito jeanswear! Copiei as informações do website só pra vocês terem ideia do quanto eles arrasam na fabricação que integra o uso consciente da água, entre outras curiosidades muito legais. Veja mais:

17 de jun. de 2013

Fiat Design e Moda!!

Semana passada, como vocês puderam acompanhar pelo meu instagram (@clarazebra), eu, Constanza Fernandez (do blog Futilish) e Aline (do blog Das Gurias) fomos convidadas a participar do Roteiro Fiat de Design e Moda. O evento, que pela segunda vez reuniu um seleto grupo de blogueiras para conhecer os projetos sociais, conceitos e a criação dos carros, começou com um jantar no restaurante Meet Me em BH, onde conhecemos a equipe de marketing e design. 

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Fiat Design e Moda

2 de mai. de 2012

Parque Chico Mendes

Em um fim de semana passado, aproveitando uma tarde de sábado, eu e Renáh decidimos levar meu sobrinho João Felipe e meu primo Luís Eduardo para fazer um passeio no Parque Chico Mendes. Já fazia muito tempo que eu não ia ao Parque e foi ótimo poder levar meu sobrinho a um lugar onde freqüentei quando era criança. Ponto turístico da cidade de Rio Branco desde 1996, quando foi criado, o Parque Ambiental Chico Mendes leva o nome do seringueiro ativista ambiental que lutava em favor da preservação da Floresta Amazônica, fato que lhe deu projeção mundial e o tornou uma lenda acreana. Como o nome em si já evoca reflexão, para mim será sempre impossível ir até lá sem refletir a importância da preservação e conservação da floresta, da cultura e da história.
Os passeios do parque me fizeram voltar ao tempo em que ouvia histórias de seringueiros e as lendas regionais que me punham muito medo, inclusive. O mirante não permite ver muito além das copas das árvores, mas a vegetação de todo o parque chega a me parecer acolhedora, abrindo um túnel de passagem para que adentremos a sensação de floresta.
O Zoológico abriga onças, papagaios, antas, macacos, araras, jabutis, serpentes, porcos-do-mato, pacas, mutuns e até um gavião-real muito bonito, que não consegui fotografar. Na verdade, acho que no geral são poucas espécies, e por isso, é claro, eu fui de Zebra-Print para representar o animal que faltou! Haushaush!
Enfim, foi uma ótima tarde sob o verde de 92 espécies identificadas de flora que indico para quem se interessa fazer um tour pelo Acre e até para quem mora aqui e não costuma fazer essas passagens. O Parque Ambiental Chico Mendes é situado na Rodovia AC-040, nas proximidades da Vila Acre, a 10 km de Rio Branco.

Parque Chico Mendes  (5)Parque Chico Mendes

17 de jun. de 2011

  Pela Liberdade de Expressão e Direitos Humanos

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Tenho hesitado em publicar um texto. Tenho escrito algumas vezes, mas a frustração que me toma ao meio do desenvolvimento é tão maior que minha esperança sobre as coisas, que acabo abandonando a idéia de publicar alguma opinião. Eis que hoje me surgiu, como uma necessidade vital, a vontade de escrever baseada em uma idéia muito interessante que tem sido difundida pela internet na divulgação de uma marcha em favor de causas sociais de liberdade de expressão e direitos humanos, que conjuga em um movimento, diversos motivos para os cidadãos acreanos marcharem juntos, como em um protesto que prova sua consciência identitária, da memória, das diversidades, da biodiversidade.

Na verdade, o debate da pós-modernidade e do multiculturalismo do fim do século XIX tem sido um dos meus objetos de estudos autodiáticos, na busca por um quer que seja que me consiga estabilizar a sensação de que os direitos estão para todos, sejam para as classes marginalizadas –negros, mulheres, índios, homossexuais- ou não. Logicamente, sempre será problemático abordar temas tão complexos, quando um país tão miscigenado ainda busca modelos europeus como se sua independência fosse um papel em branco e suas mentes fossem assim repletas de vaguetudes de aceitação ao diferente.

Mas o que é o diferente, o diverso, o estranho, o excêntrico? Qualquer desses termos acaba por traduzir algo em nós, que não seremos nunca lineares, simétricos, idênticos, “perfeitos” segundo os padrões da sociedade ou mesmo “normais”. Somos todos de alguma forma híbridos, somos todos mutáveis, cheios de complexos, cheios de distinções, cheios de coisas inatas nos seres humanos e que querendo ou não, sempre foram alvos de injúrias, repressão, aviltamento, espoliações... E falo aqui de momentos históricos, como a morte de mulheres, o genocídio sobre os índios, a escravidão de negros, os preconceitos com os homossexuais e as classes supracitadas.
Eu falo de identidades, personalidades, vidas reais que sofrem por uma memória esfacelada, uma memória fraturada, cheia de desfalques, de traumas.

Na verdade, as Identidades, sejam de um povo ou de um indivíduo único, sempre serão mutáveis. Toda a nossa identidade é forjada pela escola, pela formação religiosa e pela política vigente. Mas eu vou além ao pensar a identidade cultural do país de mais diversa formação histórica: o Brasil.
O que devemos achar de essencial para a nossa identidade se todos somos tão distintos, em especial de uma a outra região do país? Ora, carregamos a mesma língua –e o que será uma língua senão aquilo que une seu povo em uma só identidade?-, histórias diversas, mas com relações inegáveis quando se tratando de uma luta pela pátria amada e afinal, espalhados por todo esse extenso território verde e amarelo, somos brasileiros, filhos e netos de indivíduos híbridos, que querendo ou não, tiveram algum resquício no sangue, de um povo já esquecido: os primeiros moradores desse chão, que hoje quer negar as origens e se debruça em incansáveis imitações internacionais –com sua sensação aparentemente interminável de povo colonizado que deve algo a sabe-se lá quem...

Na minha condição de jovem e mulher que idealiza um mundo sem preconceitos, eu me encontro em litígio sobre um país que se mostra, sobretudo, despreocupado com a educação de seu povo e como é já sabido, alcança índices de alfabetização por meios que facilitam a formação de indivíduos não aptos ao título da escolarização. São números apenas. Números que significam uma massificação da educação de má qualidade. E sobre isso também, como não protestar?

Estou prestes a me formar em letras vernáculas, curso lindo, que me tem expandido o conhecimento de forma indizível, mas que infelizmente desde já me tem aberto os olhos para os problemas imensuráveis sobre os quais me irei deparar se realmente quiser atuar no campo da docência. Salários injustos, trabalho árduo, violência dentro das escolas, dentre outros aspectos ainda mais complexos que nem sequer preciso falar, pois assim não findaria o meu texto.

Então, para não muito estender, porque mesmo marchar e para onde?
Se a Utopia para Thomas Morus (o criador dessa palavra), era uma civilização ideal, um país imaginário em que tudo estaria organizado de uma forma superior; e se para muitos historiadores a Utopia criada por ele, muitos séculos atrás, é hoje reconhecida como a descrição do Brasil na idade média; façamos do que chama o dicionário de “fantasia” ou “plano que parece irrealizável”, o nosso pressuposto básico na busca de uma expressão em conjunto para um país melhor, mais livre, mais democrático.

Eu marcho pela qualidade da educação, grito pelas florestas, pelos índios, pelas mulheres, pelos negros, pelos homossexuais, artistas de rua, pela ARTE! Pelo reconhecimento de um país cheio de diversidades! Pela identidade desse país, pela melhoria de salários, pela valorização dos profissionais docentes, que tanto teriam a ajudar dentro desse projeto de conscientização cultural, sexual e ambiental; eu marcho pela liberdade de poder usar a roupa que eu quiser sem ser julgada, eu marcho pela sociedade menos preconceituosa com as pessoas obesas, eu marcho pela VIDA!

love is love


Se voce mora em Rio Branco, a Marcha da Liberdade de Expressão e Direitos Humanos acontecera' amanhã- sábado, dia 18 de junho de 2011- na Rua Rio Grande do Sul - ponto de concentração na frente do Sebrae, com saída às 9 horas em ponto.

Saiba mais sobre a Marcha da Liberdade em Rio Branco no blog:
http://www.marchadaliberdadeac.blogspot.com/

Saiba mais sobre a Marcha da Liberdade no Brasil no site:
http://www.marchadaliberdade.org/

Seja Livre!
Marche!

25 de out. de 2010

✖ Hey, Boy!

Os anos setenta não foram unânimes na reprodução do guarda-roupas masculino para as mulheres. Depois da fase oitentista sexy marcada por roupas expressivas, ombreiras, saias curtas, calça skinny e peças íntimas a mostra, bastante femininas, os anos 90 trouxeram exercícios espertos de alfaiataria e uma androginia cool para o guarda-roupas das mulheres. O estilo mais largadão, influenciado pelo grunge foi presente ainda que inicialmente miscigenado ao modo oitentista mais revoltado.

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I Wanna Be Where The Boys Are | feelingsDSC_8436fds

Nos anos 2000 a simplicidade do minimalismo foi arrebatadora e só agora, nos ultimos anos, estamos vendo uma revigoração no mundo da moda.
Na tentativa de se adequar as novas exigências e preocupações sociais, a moda revira guarda-roupas antigos, buscando, talvez a essência de autenticidade que se perdeu.
Não possuímos grandes feitos na atualidade. Somos saudosistas. E o meio de fazer moda agora é reproduzir, em larga escala, aquilo que já foi inventado, desta vez com novos materiais.
O que parece remeter as novas descobertas do século XIX, na verdade vêm neste momento, com uma presença menos esperançosa. Mas a consciência sobre os feitos humanos, pelo menos, é o melhor da atualidade.

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No domingo passado, voltei ao guarda-roupas do meu pai, focando diretamente a camisa oitentista que mais adoro. De golas, botões e cor caramelo. Cada parte que me agrada sem que eu possa escolher por uma apenas...
E as mangas, que eu preciso dobrar para conseguir usar nesta terra quente, foram combiadas às dobras que fiz no shorts de alfaiataria branco, que pareceu bem mais feminino.
Os óculos e sandálias, respectivamente das marcas Chilli Beans e Arezzo, foram peças chave para a formação do visual mais despojado e menos sério. A propósito, a referêcia dessas peças ao material amadeirado foi essencial para que eu os comprasse, pois adoro a cor, a textura e enfim, a essência vital que transpassa pelas fibras naturais.

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Então encontramos, eu e Renah, um senhor que vende tapetes de peles. Eu, que adoro estampas animais, fiquei de fato interessada e não soube escolher um só. Mas enfim, acho que o meu aniversário se aproximando pode justificar essa compra... haha

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Sobre o look. A bolsa foi um presente da minha mãe, que comprou em sua penultima viagem ao Perú, semana passada. Custou apenas R$ 15,0 e as cores e padrão étnico me agradam muito.
O cinto é masculino e o batom, acreditem, é o amarelo neon da Kolos, sobre o qual falei aqui - só que usei moderadamente.

22 de out. de 2010

Reflections...

Podemos considerar um futuro diferente? A modernidade nos deixou com poucas ilusões. O século passado ainda se arrasta com seus valores ultrapassados e o vazio de perspectivas acaba nos tornando individualistas e confusos. A idéia de sustentabilidade tanto quanto de naturalidade nas atitudes humanas, veio como por reflexo de uma sociedade que viveu alienada por descobertas utópicas.

A transformação, em seu curso, trouxe males não só biológicos, mas sociais – e dos mais graves. A nova sociedade, tão impulsiva com seus olhos vidrados nos lançamentos contínuos de novas tecnologias, não teve tempo nem interesse em aprender sobre Arte em seu estado mais puro. 


Vejo, pois, um desvio do avanço moderno ou a concretização das suas bases mais rijas. A sistematização das coisas, a fugacidade e dinamismo, nos impede de notar até a imponência visual e riqueza histórica de prédios tombados.


Passamos depressa pelas ruas, em nossos carros. Não ouvimos os pássaros, pois, os que ainda se apresentam são silenciados pelas caixinhas de som ou fones de ouvidos incorporadas em todos os objetos que levamos como parte de nós.
A cidade segue triste. E não posso dizer que deveria ser diferente: o homem a escolheu para viver e a mudou como tudo o que toca.

zebratrash.blogspot.com

Sem título

Sem título

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Percebo em minha cidade ainda, uma ingenuidade de formas e partidos. Nova e bastante rejeitada pela nação pela qual lutou, sente o reflexo de atitudes que não se dariam em sua língua, não fosse a influência que se impõe certeira. A arquitetura só agora se faz mais vernacular, usando de artifícios de uma moda que se gerou por necessidade. Ainda assim, eu a considero válida e talvez mais original do que a transposição de elementos alheios, pois peculiar, nossa terra possui uma aura invejável em termos de escala.

Então, acho que a expansão da tecnologia, que nos dificultava saber o que era novo e diferente, tornou tudo tão sem graça, que tivemos que apelar para o rebuscamento do passado. Voltamos a algumas décadas, na busca de nos encontrar em ares mais puros e quiméricos. Os anos 50, 60, 80(...) pareciam mais repletos seres reflexivos e maduros. A moda parecia mais cheia de personalidade e a arte se fazia com a alma, não como para ser fugaz e ordinária como nos anos 2000.

Parece que o sonho que se fez nos anos 60 de usar capacetes e poder passear e construir casas na lua nos anos 2000, quando prostrado, fez a sociedade calar um pouco a ambição, e um a um, se trancar em seus caixotes habitáveis, desiludidos. Não vou falar aqui de amor, pois há quem defenda que ainda somos românticos. Mas a verdade para mim, é que muito se perdeu em arte escrita e consciência de Belo. Por isso, nem quando vemos as invenções mais absurdas dos japoneses, nos admiramos mais: há um sentimento de indiferença que faz parecer que já esperávamos por aquilo.

Daí então, o meu texto é como qualquer outro acerca da vida contemporânea. Uma visão a mais sobre o mundo vão que não reflete sobre qualquer contexto. Apenas vive, e não critica nem a si, pois isso tomaria um tempo em que se poderia acumular milhares de informações inúteis pela internet.

Enfim, desconsiderem a aparência tétrica do texto, e por favor, tentem apenas refletir. Espero por respostas, ansiosa, sobre o que lhes vier a cabeça. Boa tarde!

Rio Branco, Ac, photos and text by me.


2 de out. de 2010

A Nova Casa de Madeira!!

madeira

Os arquitetos da contemporaneidade tem encontrado na madeira uma linguagem mais orgânica que consegue transpirar através da cor natural e textura heterogênea um ar de modenidade e elegância. O estilo Boho entra na arquitetura. E o que antes era muito mais usado pelos "desfavorecidos", tornou-se um ditado certeiro no design de interiores e exteriores! Mas vale salientar: Madeira de demolição é o IT! Ser ecologicamente correto nunca pareceu tão lindo, não é?!

21 de set. de 2010

Rodarte Primavera 2011

- Arquitetura de Interiores, Porcelana, Natureza e Moda;
Indiscutivelmente a Rodarte é pioneira nas inovações visuais. Ao meu ver, sempre foi das melhores na criação de modelos marcantes, e seus shows inclusive são sempre os mais esperados do New York Fashion Week. A coleção primavera para mim, foi como ver figurado em peças de tecido, aquilo que tenho tentado criar em arquitetura. Um tipo de mistura de textura estampada, que nos dá a alusão do 3D e toma uma forma tal que parece exalar até o cheiro da madeira.

4 de set. de 2010

◇ Interiores em Madeira ◇

A madeira no mobiliário e peças estruturais estrategicamente a mostra, permitem-nos a sensação de interação com a natureza. As cores claras ajudam a fluidez de nitidez e um ar mais leve, por causa da reflexão da luz natural ajudada também pelo pé direito elevado.

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Harmonia é a palavra que traduz esse ambiente!
Fotos de TheSelby


2 de set. de 2010

Ao Rústico e Não Habitual!!


Que tal um pouco de excentricidade? A madeira e materiais envelhecidos dão um ar étnico às residências. O mais interessante disto, é a integração com a natureza: A impressão é a de estarmos interagindo com ela mutuamente, mesmo que o prédio seja moderno. Nada mal para quem pensa em algo aconchegante e de alguma forma sustentável. Uma boa prática é a de reaproveitar árvores derrocadas do próprio terreno a ser contruído. Os galhos podem servir! -Há um projeto super interessante aqui no Acre que visa aproveitar totalmente as partes que normalmente descartadas das árvores no manejamento.
Adoro madeira, e não só pela irrevogável beleza, mas pela energia que elas aparentam estar sempre dispostas a permutar em qualquer ambiente. São peças marcantes e vivas.
Não poderia ficar sem fazer esse post! :]
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31 de mai. de 2010

Promoção ZebraTrash: fature um jeans da Iódice Denim


Em parceria com a IODICE DENIM, estarei presenteando aqui uma seguidora (ou leitor) do blog que me responder a seguinte pergunta:

Para onde a Iódice Denim levará uma pessoa de atitude, 
e por que você acha que a sua verdade pode mudar o mundo?

A frase mais criativa e que tiver o destino correto, ganhará uma Calça da IODICE DENIM!
(Para saber a o destino e conseguir responder a pergunta, basta você visitar o site "SUA VERDADE.)


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Sobre a Campanha Sua Verdade: As belezas naturais do Estado do Amazonas inspiraram a coleção de inverno da grife IÓDICE DENIM. Valdemar IÓDICE DENIM e Alexandre IÓDICE DENIM estiveram em Manaus, acompanhados de seus estilistas para conhecerem um pouco mais da região. Eles procuraram obter informações acerca das reservas e artesanato. Para que conhecessem de perto a realidade local, fizeram uma abordagem das unidades de conservação do estado e elementos da natureza, como sementes, corantes naturais, fibras, couro vegetal, couro de peixe e de jacaré. Em seguida, uma visita à Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.

Assim, a IÓDICE DENIM trouxe para as passarelas looks inspirados na região Amazônica. E demonstrou mudar de Atitude quando substituiu todas as tags de suas roupas por uma feita de material PET, que evita ao mesmo tempo a derrubada de árvores e ajuda a reciclar as garrafas que estão no meio ambiente, entre outros projetos, como o reaproveitamento de água.
A IÓDICE DENIM mudou de atitude e mostrou que é possível unir moda e sustentabilidade e agora quer conhecer pessoas que também pensam diferente. O Concurso Cultural "SUA VERDADE PODE MUDAR O MUNDO" está rolando no site da SUA VERDADE, e está esperando você! Para participar é só entrar na página de cadastro, preencher com os seus dados e enviar uma foto mostrando como você cuida do mundo ao seu redor.

PS: Por favor, deixem seus contatos (e-mail ou website) para que eu possa entrar em contato caso sejam premiados.