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25 de jan. de 2016

Paris - 10 pontos imperdíveis

Não foi minha primeira vez em Paris. Eu sinto que já havia visitado esse lugar muitas vezes, através de musicas, filmes, documentarios e também em sonhos. Mas foi a primeira vez que eu realmente estive frente a frente à torre eifel e sobre ela. Foi a primeira vez que toquei em uma construção milenar e a primeira vez que experimentei desviar o olhar de um ponto belíssimo para contemplar outro, pois é isso o que acontece quando voce se dispõe a andar pelas ruas de Paris: são tantos lugares belos, um após o outro, que você precisa de tempo, muito tempo para conseguir observar e "absorver" cada um.

Depois de um roteiro intenso e algumas frustrações gastronômicas (não sei se foi azar ou o fato de ter conhecido primeiro a Italia, mas achei tudo o que comi caro e não tão saboroso), eu descobri que Paris é realmente o lugar mais lindo que conheci até hoje e ainda que eu dedicasse 30 dias desta viagem à explorar essa cidade, tenho certeza de que não seria suficiente! Respirar arte e cultura é um dos meus maiores prazeres, por isso, se você também comparilha deste gosto e planeja este destino, aqui vai um ping pong de 10 coisas imperdíveis deste lugar incrível:

30 de mai. de 2014

Zebra pelo mundo: Brasília além da política #BSBMeuDestino

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Já fui a Brasília algumas vezes, mas sempre de passagem. De conexão em conexão, geralmente, pois moro no Acre, uma capital pouco conhecida do Brasil, que leva, inclusive o peso de algumas brincadeirinhas sobre a sua existência dentro do País (Como: "O Acre não existe!" "Lá só tem índio e floresta." enfim...). Mas como eu, há cinco anos escrevo aqui para vocês, publicando fotos de look do dia, com paisagem local ou não, as vezes também publico fotos de festas e eventos que participo, e claro, vocês já sabem que o Acre existe SIM e Rio Branco é uma cidade como qualquer outra, com suas peculiaridades de cidade pequena ainda, mas urbana, política, comum!

Assim como Rio Branco leva consigo o estereótipo de ser a capital do Acre "o estado que não existe", Brasília leva consigo aquela impressão de cidade séria, política, meio cinza e cheia de prédios do Oscar Niemeyer, o qual, não por coincidência, é diretamente associado a Brasília, por ter sido um dos Arquitetos incubidos do projeto da cidade (o conhecido avião e suas asas que delimitam e formam o corpo urbano da cidade).  

Mesmo tendo viajado tantas vezes (conexão em conexão, porque o Acre é distante do Sul, para onde sempre vou e por isso é sempre preciso parar por Brasília), eu sempre tive muita curiosidade de conhecer Brasília para além do aeroporto, para além do estereótipo, para além da sua situação geográfica. Recentemente recebi um e-mail que falava sobre um tal "lado chique, divertido e badalado" que, lembro-me agora, já ouvi falar por alto, mas nunca tive a oportunidade de conhecer de fato. 

Pesquisando pela internet, descobri que a cidade esconde um lado divertido, que explora o turismo muito além da política. E o mais interessante (e que eu não imaginava), é que Brasília tem cachoeiras e cavernas (mais de 80)!! Enfim. O post de hoje não é apenas uma curiosidade ou um desabafo, mas uma intenção, pois talvez o ZebraTrash dê um pulinho por lá no final de semana do dia 06 de junho, trazendo em breve muita informação sobre o turismo e o lado que assim como eu, vocês desconhecem de Brasília! Acompanhe pelo meu Instagram! #BSBMeuDestino

17 de set. de 2010

Mix Prints

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Reflection about the female body.

Em momento algum, como agora, o corpo feminino esteve no centro das atenções da mídia e das pesquisas. Vivemos um momento de consciência sobre o corpo humano, justamente pelo fato de que há uma tensão sobre fatos sociais contemporâneos que vão de atentados, cultos exagerados e violência urbana. O que glamuriza o corpo e o torna foco de intervenções através de esforços que vem a ter foco maior em academias, centros de cirurgias plásticas e mesmo ao alternativo uso de anorexígenos.

Interessante notar que, não muito longe, surgiu a moda e suas peculiaridades. No séculos XIX, ela nasceu após a revolução tecnológica, já com a característica principal de efemeridade, e em meio a esse senário de fácil disseminação, o vestuário se revelava por um incrível sinalizador de classe social e diferenciador de sexo.

A mulher do século XIX era sempre dona de um traje rebuscado e sem mobilidade. E a partir dos próprios medos do gênero feminino é que surge tal indumentária e não só as críticas ao corpo mais frágil e a dominação deste.

Na verdade, a estranha relação que possui o meu post de hoje é presente talvez na interdisciplinaridade que sustenta a idéia de moda em ascenção desde a criação de seu conceito.
Eu sempre penso nas diversas formas de figuras femininas que foram geradas através dos tempos, e como são elas influenciadas ou influenciadoras nos paradigmas das sociedades. Estranho é ver o olhar curioso dos citadinos quando vêem alguém que foge aos padrões atuais da simplicidade que se gerou.

Outrora é para mim absurdo a classificação ou rotulação que eles aplicam aquilo que desconhecem. A idéia a que seguia Backtin (de não esteriotipar as coisas) é como uma concretização do meu pensamento. Devo, então, pensar sobre as tipologias formais, especificaões espaço temporais e tipologias funcionais, como na língua portuguesa?

Na verdade, talvez sim!! Pois o que deveras tem sido agravante a interpretação do corpo e vestimenta na sociedade onde eu vivo é meramente cultural.
Então, andar com um shorts curto por aqui é deixar de ser uma pessoa boa e passar-me por vulgar?

Deixando de lado a interpretação de menina boa que todos tem já sobre a minha pessoa, devo salientar, que esta não quer dizer nada tanto quanto o tamanho daquilo que cobre *ou deveria cobrir* as minhas pernas.

Estamos em um século em que a liberdade vestual é mais do que a possibilidade de seguir tendências, mas a de deixar fluir a imaginação. Então só o que nao vale é a nudez, o resto é personalidade se expressando através do corpo que só serve para o deleite dessas coisas mesmo...

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About:
Mom's Jacket;
Arezzo Shoes;
Vintage Shorts;
Bolivian Hat;
Chilli Beans Glasses;
Avon Orange Lipstick;
Boysh Belt.

Translate Here!!

14 de set. de 2010

Androgyny...



No íntimo da formação de sua unidade lexical, a palavra Andrógino, referia-se a pessoas que não aludissem aos papéis de género habitual.
A palavra servira como um significante ao termo bicónico dos seres
transexuais. Ao longo do tempo, o termo foi mudado para descrever alguém que possuísse atributos tanto masculinos quanto femininos, invariavelmente. Então, com essa interpretação de corpo mais contemporânea, podemos perceber a androginia como a formação do ideal coetâneo: Aqueles esqueletos que lutam por ter os mais pontiagudos ombros, difíceis de se determinar se são meninas sem curvas ou um rapazes muito magros, são a nova moda do momento e torna-se talvez redundante afirmar com tantas explanações acerca disto por ai.

O termo
andrógino, também conhecido como unisex foi discutido em uma coluna do NYT por Harold Koda, diretor de MoMAs Costume Institute, onde ele fala o quão "pueril" e juvenil se deve ser para adotar a "bissexualidade" que se parece afirmar. Na verdade, acho que assexualidade nesse caso é a melhor definição, mas a questão é se precisamos de mais uma palavra para classificar o novo "tipo" humano que se formou, tornando-se já sinônimo de joventude legal. O que é bonito no momento, é senão falar de arte como um leigo metido a culto, experientar coisas aliscinógenas junto a anorexígenos.

Aplicando melhor a idéia incial do termo, hoje seria tal como se referir-nos a uma garota que não veste mais as curvas antes biologicamente colocadas, ou aos homens que já andam pelas ruas de Paris vestidos como mulheres. Hoje as garotas mais "antenadas" na moda descobrem dia após dia, que ter seios e quadris grandes é sinônimo de estar "Out" do mundo fashion. E o que foi um dia atraente tornou-se à estética ditada em editoriais e passarelas, um abuso aos olhos e ousadia que serve de pretesto a discriminação.
Bem lembro que quando era adolescente, a minha maior vontade era ser como as mulheres das pinturas clássicas; brancas, fofas e delicadas, como se mais singelas fossem as curvas corporais por mais que robustas. Então, logo descobri no meio em que me encontro, uma aversão aos padrões que funcionaram só na minha cabeça além da era medieval e renascentista.

Lógico que qualquer mulher quer ser considerada bonita, e eu não fujo a nada nessa busca por uma morada da alma no mínimo agradável aos olhos. Mas exatamente por estar vendo a obceção por corpos aparentemente pré-púberes e dolentes, decidi falar um pouco da estranha concepção que adotei sobre as modelos.

Voltando ao lado pessoal, acho que um dia desses posto uma foto de um bom exemplo que exalto sempre que posso, quando relaciono beleza a personalidade e caráter, e não a pouca consistência corpórea. Minha irmã Ana Kássia é como a Deusa Ácate, que exala beleza pelos olhos e sorriso. E sua pele alva, tanto quanto a tez rosada, são aditivos a explêndida aura cor-de-rosa que a acompanha. Não menos bela que as belas das revistas, e muito inverso a isso, possui sei lá, seus quilos a mais e ainda segue como uma pintura clássica, cheia de delicadeza e sex-appeal.

E então, com uma prova de que a beleza constitui-se de algo mais interno e nunca da falta extrema de saúde, decidi hoje reavaliar alguns pensamentos sobre o valor de uma dieta ou da consciencia existencial.

Longe então de conseguir escrever algo deveras substancial, após entremear diversos contextos, decidi exemplificar aquilo que no início identifiquei como o modelo (andrógino) do momento (pessoas "difíceis de se determinar se são meninas sem curvas ou um rapazes muito magros") com imagens que lhes mostram a vivacidade do tema: as fotos acima são do modelo australiano Andrej Pejic. E não preciso dizer mais, sure?