17 de fev. de 2026

lista de desejos fevereiro 26

 

No mes de fevereiro minha lista de desejos tem objetos importantes para o quarto de hospedes, um casaco que quero ha um tempo, botas de cano alto e uma bolsa vermelha no modelo que mais uso: satchel... a versao com o cavalo è ainda mais significativa, pois representa o ano do cavalo 2026, que coincide com o ano em que nasci 1990, tambem ano de cavalo. Vermelho é minha cor favorita, entao a bolsa é simplesmente perfeita. Eu adoraria que essa bolsa entrasse na promo, para que eu pudesse compra-la. 

2 de jan. de 2026

Wish List de Janeiro 2026

Objetos que quero adquirir nos proximos meses. Itens de utilidade (utensilios casa como a cafeteira e o alimentador de gatos automatico com camera imbutida), temos tambem um equipamento para me exercitar mais em casa, um pequeno movel para meu closet, duas bolsas fofas, um guarda roupas que finalizarà o projeto do closet e uma jaqueta acinturada.

20 de out. de 2025

Uma sombra

Nunca fui uma pessoa corajosa. Pelo contrario: basta me ver pessoalmente e voce rapidamente chegara a conclusão de que é evidente que tenho medo de pessoas. Essa característica sempre me acompanhou, mas eu não me aprofundarei agora nas raízes desse drama.

Curioso é lembrar que coisas como filmes de terror, festas temáticas, palhaços e bruxas que costumavam assustar as crianças não me assustassem. Eu tinha medo de gente! Na infância, um tio me causava pavor pelo seu aspecto mal curado e se aproveitava disso para me fazer chorar. Ele corria atras de mim dizendo "eu sou o bicho" e fazia sons de animal desgovernado. Um certo ano, me deu de presente de aniversario o boneco do Chuck (personagem de filme de terror da minha época), mas acreditem: eu gostava do boneco, mas temia o tal do remetente.

Talvez eu soubesse que os objetos são passivos e as pessoas passiveis. No fundo, eu compreendia que os objetos são manipuláveis, as fantasias vestíveis, os filmes são tendenciosos e irreais, mas as pessoas... essas sim, são imprevisíveis!

Ainda tenho medo de gente e estou prestes a chegar na metade dos 30 e poucos. As pessoas continuam sendo incompreensíveis, ainda mais depois de passar por tantos países e perceber sempre mais que a cultura se entrelaça ao caráter e às atitudes de forma cardinal. é preciso conhecer de modo profundo essas raízes para saber o que prever de um individio. Pode ser por isso e pela vontade de vencer essa sombra que se funde em mim no contrato com o outro, que nos últimos anos fiz cursos de tipos físicos, psicanalise, sintomologia, temperamentos... e sempre mais tento entender também, meu proprio funcionamento.

Acho interessante notar como cada ser animado tem gatilhos e sombras quase nítidos aos olhos de um espectador atento, mas as vezes o proprio agente passa anos sem se dar conta desses condicionamentos. 

Eu gosto de escrever sobre meus medos e vivencias desde que me entendo por gente. Isso me permite hoje reler o meu passado e ver de modo mais claro os nódulos nas minhas relações. Encurvar-me para escrever em meus diários sempre foi meu hiper-focus e também foi através desse habito que descobri (ou desenvolvi)  uma grave escoliose, dores nas mãos que me seguem desde a adolescência, ombros tesos e hipo-sensibilidade muscular. Quer dizer, essa pratica de virar-me para dentro também é um modo de me me conhecer, mas também de me distanciar das pessoas. Paradoxalmente, me conheço mais e conheço menos o "outro". Tento me curar da minha fuga e fujo, criando outros sintomas.

De qualquer modo, a intenção do texto de hoje era falar sobre o ato de olhar para as próprias dificuldades. Eu, ao longo dos anos, não sabia exatamente que as pessoas me assustavam tanto. Não compreendia porque o olhar nos olhos e o interesse pelas noticias de jornal e cultura popular fossem tão necessários para a "sobrevivência" em sociedade. Eu não me interessava minimamente em participar, compartilhar e levar para frente certas coisas que não tivessem origem em mim mesma. Eu queria ser "eu", mas o ego precisa do contato para existir e se fortalecer.

Era (é) a minha sombra. Um hipotético autismo, refutado por psiquiatras que julgam ser, o meu, um jeito de ser formado por um trauma profundo. Um jeito de ser muito introvertido e emotivo, profundo e intenso, justificado também, pela astrologia. Mas faz parte de mim. Independente de quem e de qual diagnostico chegue. O que importa é que, uma vez reconhecido -podemos viver sem títulos diagnósticos-, talvez eu possa manipular aos poucos esse complexo para me sentir mais integra e respeitada.



17 de out. de 2025

lista de desejos - edição de aniversario

Não pude resistir a fazer mais uma lista de ideias do que eu gostaria de ganhar nesse ano. Fazer WishLists e publica-las para inspirar os meus leitores sempre foi uma atividade comum aqui nesse blog. E mesmo que agora o blog tenha tomado um cunho mais pessoal, de arquivo, do que publico, continuo querendo criar esses quadros e publicar essas ideias (dessa vez com segundas intenções. Quem sabe meu marido se inspira?! haha).

Esse ano, eu reduzi substancialmente minha lista, em confronto ao quadro de maio de 2024. Tendo em vista que neste ano, eu já estarei viajando na data do meu aniversario, achei que o budget poderia ser bem menor e so' inclui coisas que considero uteis (com exceção da bolsa, que eu não preciso exatamente, mas desejo e namoro ha uns 4 anos, desde que foi lançada). Abaixo do quadro, como sempre, estão os links para cada item.


Bota de cano alto preta. Tamanho 38 Europeu. Link aqui.
Mascara de Led para regivenecimento facial. Link aqui ou aqui!
Bolsa preta de couro em modelo retro da marca inglesa Cambridge Satchel. Aqui!

Reflexão - o aniversario que se aproxima

 


La vem ele... 4 de novembro. Parece que me viro um pouco mais para dentro a cada vez que essa data se aproxima. Já são 35 anos e eu creio estar me acostumando com o fato de que o tempo realmente passa rapido. Eu poderia dizer mais uma vez que não o vi passar. Mas na verdade, eu quero superar essa frase. 

Quando era mais nova, pensava que a esta altura eu estaria não so mais madura, mas mais confiante, completa, com uma personalidade fortalecida e uma conta bancaria avantajada. Hoje em dia olho para aquela pequena Clara com sonhos e potencial e penso: cara, querida, voce se surpreenderá como alguns desses desejos perderão valor e quantas vezes precisarei te revisitar para conseguir avançar e alcançar parte do que voce imagina ser tangível apenas com uns anos a mais de vida.

Acho que estou no caminho de obter o que a Clarinha do passado imaginava. Mas serei diferente daquelas ideias, porque não serei uma mini-copia de minha mae e nem sequer uma total desconhecida -era como eu via essa Clara-adulta, tao distante e séria. 

O caminho não tem sido apenas flores, principalmente porque nos últimos anos eu precisei encarar muita solidão, mas de um modo intrigante, a Clarinha sempre sonhou com esse isolamento e conseguiu, mesmo sem compreender o motivo pelo qual ensejava tanto silencio e ausências, obter esse distanciamento geografico do ninho da mamãe.

Ha exatos 9 anos e 2 meses eu sai do Brasil. Conheci naquele primeiro ano, 3 países da Europa e me encantei, me encontrei, me perdi e também me surpreendi por não me preencher com tantas coisas belas. Por todos os anos quis voltar ao meu lugar natal, achando que o problema era o territorio. Mas a cada vez que voltei, não me encaixei de novo -nem antes encaixava- e doía admitir para mim que aqui, essas terras distantes, parecem mais comigo.

Aos 35 eu acho que estou finalmente conseguindo juntar algumas pecas do meu proprio quebra-cabeças. Eu pensava muito quando criança e percebia fazer associações que não faziam sentido para mais ninguém. So agora sei que faziam sentido. Era minha forma inconsciente de fazer associação livre. Um termo que Freud cunhou e que Jung utilizou depois para desenvolver suas teorias que me são cada vez mais reveladoras.

Aos 35 estou finalmente casada. E não è com um tatuado, um artista ou um filosofo como imaginei. Tenho um gato e não moro em uma casa com roseiras no jardim. Moro em um apartamento que tem um escritório grande todo para mim, um closet e mais outros ambientes amplos e claros, como creio que minha criança aprovaria. Até o fato de ser no alto -4 andar- me parece um alivio. Não tem risco de invasão, como nos meus pesadelos infantis!

Então no dia dos 35 completos, eu estarei viajando pela America Latina e morando no quarto pais nesse não curto caminho de vida. Os estudos foram colocados na gaveta, mas os processos de escrita se intensificaram. Os amigos do passado finalmente foram desmascarados e agora mantenho poucos contatos, mas com pessoas que quando encontro, servem como um tipo de terapia, de alivio para a mente, inspiração, reencontro com minha propria voz e um aconchego para os ouvidos e coração.

Estou, acho, me lapidando aos poucos. Mas eu poderia dizer escrevendo, arquitetando, projetando, dirigindo... aos poucos. Tudo acontece nessa solidão que não engole, mas preenche e me ajuda a descobrir sobre mim nas poucas interações que tenho com os outros e nas longas horas de reflexão sobre sonhos e inconsciente. Interpretar a mim mesma tem sido um desafio, pois envolve um embate de ego, com amor e odio.

Sinceramente, acho que posso dizer que tenho me sentido melhor do que nos últimos anos. Pelo menos desde 2019, pois aquele foi um ano de muita dor e provação e foi seguido por pandemia e depressões. Finalmente aquele peso de viver esta me deixando, pois tenho encontrado aos poucos minha propria alma, minha personalidade e dado voz a minhas próprias vontades.

Festejarei este aniversario com mais tranquilidade e talvez pela primeira vez sem expectativa de alardes, surpresas, festas imensas. O meu 4 de novembro sempre foi extremamente valorizado por mim e eu teria gostado que tivesse sido para os outros, como minha mae fez parecer nas minhas festas temáticas da infância. Mas aos poucos essas comemorações deveriam ter começado a ser transformadas em uma alegria interna por ter vivido mais um ano com saúde, sem a necessidade de bolo e cantarolagem. Isso para não me frustrar com os parabéns que as vezes não vinham ou com os presentes sem alma que recebi ao longo dos anos.

Creio que finalmente sera o primeiro aniversario em que a festa e o presente mais importantes acontecerão, pois as expectativas frustradas de antes eram apenas sinal de que faltava presença. E este ano eu poderei entregar a mim mesma este detalhe fundamental. Estarei la, comigo, mais integra que nunca. Levando comigo cada um dos meus 35 anos dos quais me lembro com detalhe. 

Daqui em diante, so adiante e de mãos dadas comigo. 

21 de set. de 2024

Decor Inspiration

Ha muitos anos publico inspirações por aqui. Realmente, o blog surgiu com a pretenção de falar sobre arquitetura, quando eu estava ingressando no curso. Mas tudo foi tomando outro rumo, até que a moda se tornou um ponto focal. Notei, olhando posts anteriores, que eu nunca curti muito o milimalismo, seja na decoração, seja no estilo de vestimenta pessoal.

Atualmente, percebo que a tendência minimal que permeou os ultimos 10 anos, tem dado espaço a um estilo mais sofisticado, que eu confesso adorar.

Eu sempre adorei arquitetura gótica, rococó, tudo o que fosse extremamente detalhado. E foi exatamente esse amor por construções e decorações ricas, que me fez querer estudar arquitetura. É claro que este gosto não deveria ser a única motivação para que eu buscasse essa formação... mas morar em uma pequena cidade não me oferecia opções muito melhores. 

Acontece que pude conhecer pessoalmente muitas igrejas góticas após terminar minha graduação. E melhor: pude ver lugares incríveis que não possuiam essa estética, mas eram igualmente deslumbrantes, admiráveis, inspiradores e não necessariamente opulentos, mas sem dúvidas ricos.

Atualmente estou buscando inspirações para a decoração da minha casa. Sei que não consegui ainda o equilíbrio entre os detalhes que gosto: madeira clara + madeira escura; acessórios dourados; paredes claras + papeis de parede. Sim.. parece uma sequência de opostos. Mas como uma boa zebra, eu sou o puro contraste. Gosto e não sei explicar como, do 8 ou 80 juntos. Tipo preto no branco, Hi-Lo, Yin e Yang.

Enfim. Eis algumas das imagens que separei hoje para decorar minha nova casa: 

 

Villa Monastero - Lago di Como - Italia

6 de mai. de 2024

Wish List

Estamos em Maio, no mês das mães, mas isso também quer dizer que estamos chegando no mês dos namorados. Como eu não sou mãe e já garanti o presente da minha, comecei a elaborar a minha wishlist de dia dos namorados. Nada básica, escolhi alguns itens da Dior, uma mala de luxo e sapatos artesanais de uma marca brasileira que conheci casualmente pelas redes sociais e me apaixonei.
Talvez daqui para o próximo mês eu acrescente algum item a essa lista de desejos. Mas por enquanto estes são meus potenciais presentes perfeitos:




5 de nov. de 2023

04 de novembro

 Trinta e três. Três décadas e três anos, dos quais pelo menos os últimos três não vi passar. Ainda me pego usando a frase "depois dos trinta" e muita gente ainda acha que acabei de chegar na era, mas já se foram três anos e eu confesso que não entendi o que fazer com essa informação. 

Acho que vivi bem até aqui. No sentido de que não posso me lamentar de nenhuma tragédia ou trauma adulto. A fase da adolescência parece ter acabado de acabar e só aqui, aos 33 que me pego pensando em coisas sérias como casa própria e familia.

Festejei a nova idade na casa da minha mãe, em Rio Branco, com meus irmãos e amigos mais próximos. Minha madrinha e meu tio querido estiveram conosco também, comendo apertadinhos no sofá de casa. Ganhei um bolo do meu namorado Kevin, que enviou também flores na cor champagne. Minha mãe encomendou o meu bolo favorito (com recheio de ameixa) e eu comprei um bolo no estilo vintage com cerejas douradas porque precisava desse presente. 

No final, sim, foram três bolos. Para talvez compensar o fato de que eu desejava muito ter feito uma grande festa de 30 anos e na verdade, passei sozinha, em lockdown na Itália. Eu lembro desse passado com uma dorzinha ainda, mas festejei feliz na simplicidade de casa, os meus 33, lembrando que talvez nem tivesse contatos o suficiente para popular uma grande festa e que sim, o mais importante é a saúde e os amores preciosos que cultivei até aqui. 

1 de set. de 2023

Ah, como o tempo passa! Finalmente eu vim para o Rio Grande do Norte encontrar o meu Lipe, sobrinho querido do qual passei tantos anos distante. Ele foi meu primeiro sobrinho e nasceu quando tinha 16 anos. Daquele 27 de Agosto em diante, minha vida não seria mais a mesma. Eu realmente seria mais feliz, mais amorosa, mais paciente e mais criativa. A vida teria uma motivação diferente e com a sua presença, tudo era mais gostoso e eu tinha mais coragem de tudo.

Eu sinto uma emoção imensa ao falar do João Felipe, porque para mim é a pessoa mais preciosa da Terra. Meu amor por esse rapaz é tamanho, que mesmo aos 16 anos eu teria me tornado mãe, se fosse ele o filho. E sim, de um certo modo me tornei, porque fui uma tia muito presente. De certo modo crescemos juntos e só quando ele tinha cerca de 9 anos que eu fui morar noutro lugar. Agora ele está um adolescente e eu continuo com uma sensação de querer protegê-lo, mesmo sabendo que não posso, exatamente.

Então para sanar essa minha vontade de protegê-lo, rogo a Deus para que o Abençoe com saúde, sabedoria, amor, alegria, felicidade, paz e uma incondicional proteção divina, que o acompanhe sempre, guiando e dando energia, luz e uma aura amorosa.

Festejamos o seu aniversário de 16 anos numa festa na piscina. Foi feliz poder ve-lo com tantos amigos e se divertindo tanto. Estar com ele me rendeu plena, mesmo que alguns dias após eu tenha devido me despedir para voltar para Rio Branco.

 

22 de jun. de 2023

Picnic Romantico

 Adoro picnics. Não consigo pensar em nenhuma atividade mais prazerosa do que sentar à sombra de uma árvore, totalmente em contato com a grama, servindo-me de comidinhas leves escolhidas com carinho e acompanhada por uma pessoa agradável, curtindo a natureza. Sem os rumores da cidade, sem a distração de uma tv, sem a poluição visual urbana, só com o castelinho onde um dia me pretendo casar à frente: esse foi o ambiente desse dia em que eu e Kevin fizemos esse lanchinho. 

Compramos simplesmente o que mais amo comer: croissants e pães, queijos e frutas. Nos vestimos com essa pegada vintage que eu adoro e fomos comemorar o dia dos namorados em grande estilo. Eu simplesmente me apaixonei por ele de novo com esse look! 


Monza - Italia

Um dos grandes benefícios de morar em um país não tão extenso em território, é poder fazer viagens breves e ter acesso a coisas não disponíveis no local. Ter morado na Itália por alguns anos me permitiu aprender mais sobre gastronomia e me privilegiou com a culinária (conhecida não sem fundamentos como a melhor do mundo). Outra coisa muito positiva da Europa é a possibilidade de ter acesso a exposições e lugares históricos muito ricos, pontos turísticos famosos em todo o mundo e um acervo quase infinito de arte (sim, pois a Itália é detentora do maior patrimônio artístico e cultural do mundo). Mesmo com tantos privilégios, eu vivi algumas partes negativas que vêm no pacote da imigração, mas  sempre que possível, gosto de dizer o quanto amo viajar pela Itália. Dessa vez, o lugar de descoberta foi em Monza, cidade onde estive apenas para um almoço entre amigos, mas não a passeio.

Colmar - França

Ainda estou digerindo o encanto desse lugar! Colmar, na França é uma cidade de contos de fadas e fica literalmente na região que serviu de inspiração para o cenário do desenho A Bela e a Fera. Em 2020 foi eleita o melhor destino europeu e com razão, pois é um passeio gostoso, rico de detalhes, oferece gastronomia local com preços justos e também barraquinhas para quem quer lanches rapidos, além de uma infinidade de lojinhas para souvenires e cenários impecáveis para os registros.

Na época de Natal Colmar e todas as cidades da região da Alsácia entram no clima e decoram suas fachadas -já tão coloridas e lindas sem os adornos. As árvores cheias de bolas e pisca pisca, os anjos e renas se aderem as vitrines onde também figuram muitos ursos e duendes. Essa já é a segunda vez que visitamos esse vilarejo e nunca vai ser um desperdício voltar! 

4 de nov. de 2022

aniversario


Acordei com um ano a mais e não sei exatamente como deveria me sentir: Mais velha? Mais experiente? Mais feliz? Não sei..
Acontece que com o tempo a gente não necessariamente encontra as respostas mas certamente acumula pistas. Com o tempo a gente percebe que sempre haverá o que aprender e que as coisas mais simples são as que mais fazem diferença no conjunto da obra.

20 de ago. de 2021

Museu do Design Italiano

A primeira mostra disponivel no Pallazo dell'Arte, sede da Trienal de Milão, é o Museu do Design Italiano, a única mostra permanente do espaço expositivo. Apresenta uma seleção das peças mais icônicas e representativas do design italiano de 1946 a 1981, parte dos 1.600 objetos da Coleção Permanente de Design Italiano da Trienal de Milão, organizada em ordem cronológica e acompanhada por um rico conjunto de textos e reflexões sobre poéticas e o contexto em que as obras foram concebidas.

Através de materiais gráficos e fotográficos, muitas vezes inéditos, provenientes dos Arquivos da Trienal de Milão, destaca-se também o papel central que a Trienal, com as suas exposições históricas e internacionais, teve na definição e encenação do design italiano. A entrada é possível durante todo o ano e visitas guiadas em diferentes linguas com temas diversos são sempre a disposição na bilheteria e no site.

18 de ago. de 2021

17 de ago. de 2021

Vico Magistretti, arquiteto

 A retrospectiva, criada em colaboração com a Fundação Vico Magistretti e comissariada por Gabriele Neri, reuniu o patrimônio de desenhos, esboços, maquetes, fotografias, protótipos e peças originais preservadas no arquivo do arquiteto e designer milanês. A exposição traçou todo o caminho do design de Magistretti, que começou bem no Palazzo dell’Arte nos anos após a Segunda Guerra Mundial.


Dividida em secções temáticas, a exposição apresentou a pela primeira vez a obra de Vico Magistretti de uma forma unificada, da arquitetura às instalações, do design ao urbanismo, juntamente com numerosos contactos internacionais.

O vermelho, cor distintiva de muitos de seus projetos, constitui uma espécie de fil rouge, evocando aquela combinação de modernidade (o vermelho da vanguarda) e tradição (o vermelho tijolo da velha Milão) característica de sua obra. Homenagens dos designers Konstantin Grcic e Jasper Morrison, alunos do Magistretti no Royal College of Art de Londres, também estavam em exibição.