Na Inglaterra do século XlX, o chapéu coco era usado apenas por homens. Como até então a moda era também objeto de distinção entre os sexos, uma mulher que usasse um artefato deste, seria vista como desviante dos valores da sociedade que impunha fundamentos médicos sobre as interpretações e os sentidos atribuídos à feminilidade e definiram o lugar da mulher na sociedade.
Fortemente marcados pelos pensadores e cientistas europeus, os médicos explicaram a inferioridade física, moral e intelectual da mulher em relação ao homem, como uma realidade inscrita em seu próprio corpo, na configuração diferenciada de sua estrutura óssea, concluindo por sua incompetência para participar da esfera pública em condições de igualdade com os homens. Avisaram que, por natureza, as mulheres haviam sido destinadas às tarefas da reprodução e as que se recusavam a essa função deveriam ser percebidas como "desviantes" ou "associais".
Ou seja, uma mulher que se pensasse independente seria facilmente descrita como degenerada, e a expressão de suas idéias ou qualquer emancipação de atitude ou personalidade que surgisse para além dos preceitos machistas do período eram ignorados ou adotados como pervertidas. Nesse período, além destas funções de proteger contra o sol eo frio era também um importante símbolo de status e status social.
Ou seja, uma mulher que se pensasse independente seria facilmente descrita como degenerada, e a expressão de suas idéias ou qualquer emancipação de atitude ou personalidade que surgisse para além dos preceitos machistas do período eram ignorados ou adotados como pervertidas. Nesse período, além destas funções de proteger contra o sol eo frio era também um importante símbolo de status e status social.