20 de mar. de 2018

19 de mar. de 2018

Desabafo | Sobre a Timidez

Uma vez me disseram que eu deveria expor o meu problema para que as pessoas se fizessem mais empáticas e me recebessem de modo menos crítico. Sem saber que não era tão fácil e "real", eu ouvi o conselho e acabei perdendo as contas das vezes que senti a necessidade de dizer: “Desculpe, eu sou tímida”. Passei tanto tempo precisando me justificar para os outros por não saber lidar bem com situações “comuns” aos grupos sociais -mas nem por isso fáceis para minha confusa mente- que cheguei ao ponto de me odiar e acreditar verdadeiramente que não era boa o suficiente. Enquanto isso, a imagem que eu passava de antipática, antissocial, metida, arrogante, estranha, já estava bem fixa para muitas das pessoas que me rodeavam e conviviam sem substancial interação.


É possível que muitas crenças me bloqueiem, é óbvio que eu não desenvolvi, como muitos aprenderam na infância, a superação daquela primeira barreira que acontece ao ver um conhecido ou desconhecido na rua e simplesmente demonstrar-se presente com uma palavra ou um gesto. Não treinei o suficiente para ser aquilo que todos esperavam: acessível, simpática, clara e sociável. Mas nestes tantos momentos comigo mesma, a busca por compreender minhas apreensões e os anseios do mundo externo, assim como a realização dos meus passos sedentos por expressão, me possibilitaram descobrir que não adianta me justificar, pois a ação é o que realmente conta nesse intenso e imediato modo de viver contemporâneo. O mundo é feroz com quem não segue a linha e a competitividade não é só no campo do trabalho, mas em todas as relações sociais; nos estudos, na academia, na TV, na vida toda!


Já ouvi muitas vezes que não pareço tímida e a última vez que me disseram, veio seguido de: “se fosse tímida, ainda estaria na casa da sua mãe e não morando sozinha do outro lado do mundo”. Essa afirmação, tão convicta como se me lesse sem pestanejar, mas tão superficial e rasa como todas as outras já recebidas, me fez -uma vez mais- concluir que as pessoas não ligam de verdade se você tem uma limitação: elas se contentam com aquilo que “PARECE”, o que aparenta ser... a típica “primeira impressão” ou até segunda, terceira, décima... pois este é o mundo em que se você é normalmente sociável e passa por um dia ruim, tem que fingir harmonia e distribuir sorrisos pra não parecer “chato”.


18 de mar. de 2018

Look - London, Oxford Street


A Oxford Street é destino certo para quem quer fazer compras em Londres. As melhores lojas ficam ali e a proximidade de teatros, cinemas e restaurantes legais o tornam um lugar incrível para turistas. É lá onde ficam os telões e letreiros (como a Time Square) e as lojas da MM's e Lego *que eu adoro! haha Além de tudo, é uma rua super bonita, curva e com prédios em estilo clássico imponente.

Neste dia, aproveitei a rua para fazer fotos do meu look street. Escolhi aquele básico bom para bater perna mesmo. A jaqueta jeans vermelha da marca TOBI foi a peça chave que deu o toque de cor do look básico jeans + gola alta preta. As botinhas e a bolsa Mila Feliciano vocês já conhecem... Espero que gostem e tenham um ótimo domingo!

Boots: Public Desire

11 de mar. de 2018

Inspiração


Look. Top de veludo e botas bordadas

Sempre que vou a Inglaterra não deixo de visitar os museus. Este é realmente um passeio que eu recomendo pois lá, a entrada é 100% gratuita e você pode voltar para aprender quantas vezes quiser. No dia que fiz essas fotos, fui ao museu Victoria and Albert e almocei no restaurante The Gherkin (em português: o Pepino), um prédio que tem um formato arquitetônico super particular e se tornou um ícone visível de vários pontos da cidade.
O look que escolhi, foi uma blusa bem quentinha de veludo azul marinho, com botas bordadas em azul, branco e dourado. A calça preta neutralizou a composição e o óculos grande fechou aquele ar anos 70 que eu pretendia. Espero que gostem e tenham um bom restinho de domingo e uma ótima semana!

Top.  Simshion / Sunnies. Zerouv / Boots. Public Desire