Acho que o melhor da vida é quando as coisas vêm ao nosso encontro! Hoje duas coisas fizeram do meu dia triste um pouco mais feliz. Primeiramente, ganhei mais um dez na matéria de oficina de expressão e representação. Depois, a pessoa que mais admiro atualmente me ofereceu carona, E agora de tarde, por total acaso, encontrei um artista a somar à minha lista de prediletos. John William Waterhouse! Ele foi um pintor neo-clássico e Pré-rafaelita do Reino Unido, famoso por seus quadros representando personagens femininas da mitologia e da literatura. Filho de artistas, as suas primeiras incursões na pintura foram influenciadas pelo neoclassicismo vitoriano, pelo pré-rafaelismo e mais tarde sentiu-se atraído pelos impressionistas franceses. Se no princípio da carreira se dedicou a temas da Antiguidade Clássica, mas tarde debruçou-se por temas literários, sempre com um estilo suave e misterioso, repleto de romancismo, que o permitem enquadrar no simbolismo. O seu quadro mais famoso é The Lady of Shalott, um estudo Elaine de Astolat, Este quadro teve três versões: de 1888, 1896 e de 1916.
3 de nov. de 2008
27 de out. de 2008
22 de out. de 2008
A arte pop de Claes Oldenburg e Coosje van Bruggen
Estava eu buscando uma inspiração para um trabalho de maquete em história da arte em cima do tema 'arte contemporânea'. A decisão sobre qual movimento tenderia meu projeto já era clara à todos. A pop arte, claro! Minha predileta entre os movimentos artísticos surreais e contemporâneos. O gigantismo das esculturas foi inusitado a mim que já, mesmo antes de conhecer essa característica da pop, introduzia em meu psicho surrealístico gosto. Enfim, encontrei em Claes Oldenburg e Coosje van Bruggen o que buscava: uma arte bonita, digna de olhares e muitas fotos. A intenção desses caras, como se pode notar, é chocar com o tamanho desses objetos, que frente às pessoas parecem dominantes e hierárquicos. Entre tantas outras de bom gosto, a minha predileta é Spoonbridge and Cherry instalada em Miami, Flórida em 1988. Abaixo há também mais imagens e clicando aqui, há o acesso ao site que apesar de estar em inglês, vale ver, pelo menos. Cutam e apreciem a expressividade dessas obras!



Gartenschlauch
1983 - Stühlinger Park, Germany

Saw, Sawing 1996 - Big Sight, Tokyo

Split Button 1981, Levy Park, Universidade da Pennsylvania, Filadélfia
Free Stamp, 1991 -Willard Park, Cleveland, Ohio
21 de out. de 2008
20 de out. de 2008
Pop Arte
Primeiramente a arte pop trata-se de um estilo baseado no reprocessamento de imagens populares e de consumo. Surgiu a partir do final dos anos 50, principalmente na Inglaterra e Estados Unidos. A escultura "pop art" surge na Inglaterra também no final dos anos 50 e ganha força posteriormente nos Estados Unidos nos anos 60. Explora temas do cotidiano, artigos de consumo, marcas e símbolos da indústria dos bens de consumo. Podemos classificá-la como herdeira do Dadaísmo.
Escultura de Garfo Gigante dos artistas suíços Jean-Pierre Zaugg & Georges Favre. A escultura está no lago Leman, na frente do Alimentarium, museu da comida em Vevey, Suíça.
Banana Pop no Texas


Quase que apetece perguntarmo-nos se é um pássaro ou um avião; poderíamos ainda pensar que é um objecto voador não identificado... Porém, não restam dúvidas quanto à sua identidade - é uma banana, de fato! O projeto "Geostationary Banana Over Texas" foi concebido pelo artista argentino César Saëz e consiste num enorme balão de 300 metros de comprimento com a forma de uma banana que seria posto a flutuar durante um mês nos céus do Texas, a uma altitude de cerca de 30 Km. Previa-se que estivesse concluído em Agosto de 2008, mas não consegui fontes que informassem se foi ou não concebido.A construção é sofisticada. A banana é feita numa estrutura semi-rígida composta por uma série de anéis de bambu alinhados de modo a criar a forma pretendida, dentro dos quais serão colocados reservatórios de hélio. O conjunto é revestido exteriormente por nylon amarelo retocado com pigmentos para melhor simular a casca do fruto. No interior, dois giroscópios accionados pela acção do vento asseguram a estabilidade e um grotesco movimento em círculos - como um boomerang - que se supõe ser próprio de uma banana voadora.
Não é a primeira vez que César Saëz propõe uma intervenção deste género. Trabalhos anteriores realizados em Helsínquia, Paris, Berlim, Buenos Aires, Hamburgo, México, etc. consistem quase sempre em esculturas ou instalações em espaços públicos que abordam questões de percepção e simbolismo. Podem dizer que a banana pop é hilariante, absurda, surreal, patética, um monumento à estupidez, mas eu admito que adorei de verdade! E se o Texas é mero acaso, tanto faz...



Fonte: Obvius
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