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19 de fev. de 2016
Caracóis pela Duomo de Milão
Pesquisando curiosidades sobre Milão, encontrei uma intervenção de arte em colaboração com o Duomo e Opera d'Arte, que aconteceu em 2010. O grupo de arte coletiva internacional Cracking Art Group dispôs 50 esculturas de caracóis azuis no telhado da catedral Duomo para chamar a atenção para reparos e restaurações necessárias. Os caracóis, comumente usados pelo grupo, são feitos a partir de plástico reciclado e fazem alusão à deterioração gradual da arquitetura. Achei uma exposição incrivelmente divertida e criativa!

18 de fev. de 2016
Vittorio Emanuelle e a Duomo de Milão
Entre tantos looks do dia, até pulei alguns posts que queria fazer antes de deixar a Itália. Milão foi o lugar que mais frequentei durante esses dois meses e não podia deixar de compartilhar com vocês os passeios turísticos mais procurados (e provavelmente os mais encantadores) desta cidade. Afinal, foi também um destes pontos que impulsionou a escolha deste destino: a Duomo.
A Piazza del Duomo, ou Praça da Duomo, é onde se encontram a Galleria Vitório Emanuelle, o Museu da Duomo, o Museo 900 (que mostrei aqui), a Rinascente, a Catedral Duomo de Milão (que é a maior catedral Gótica do mundo), além de muitas lojas, bares e cafés incríveis. É um tipo de lugar que você pode visitar diversas vezes e nunca se cansa, porque existe uma infinidade de coisas para se fazer por lá, além da beleza indizível. Neste dia, apesar do frio e da gripe que me pegou, decidimos visitar o interior e o terraço da Duomo, além do museu homônimo, que abriga diversos artigos antigos, pintura, escutura e fragmentos de arquitetura antiga. Ali perto, estão lojas dos sonhos, como a Laduree e a Zara, e tudo se pode conhecer a pé, inclusive o Castelo Esforcesco e o Jardim Público Indro Montanelli (que mostrei neste post - clica!). Vocês podem acompanhar mais dessa visita clicando na foto abaixo. Espero que gostem e até a próxima! :*
20 de jan. de 2016
Look: Notredame
Um dos meus maiores sonhos, desde criança, sempre foi conhecer a famosa Catedral de Notre Dame. A grande construção gótica que foi o cenário principal do conhecido conto sobre um Corcunda, tocador de sinos da Igreja. Na década de 90 assisti o desenho em vhs diversas vezes e posteriormente conheci o romance de autoria do escritor francês Victor Hugo, publicado em 1831, que inspiriou a produção da Disney.
Quando adolescente, foi também o amor por catedrais de estilo gótico que me fez tomar a decisão de iniciar o curso de arquitetura. Enfim, muitos anos de expectativas e admiração à distancia foram superados pela beleza do primeiro encontro: conhecer uma obra de 1163 é um privilégio que só sente quem se perde ao mensurar o tempo. Para esta visita, que me arrepiou do inicio ao fim, escolhi um look lady like, feminino e com toque parisiense: vestido ChicWish, french beret e óculos Bamm! Espero que gostem! :*
18 de mar. de 2013
Gothic way
O estilo Gótico marcou a minha vida de uma forma fenomenal. Desde que me entendo por gente, adoro desenhar e brincar com cores e, como deve parecer óbvio, foi daí que surgiu a minha vontade de cursar arquitetura. Desde cedo buscava inspirações na história. Na adolescência, depois de me apaixonar pelas peculiaridades da arquitetura gótica, a subcultura me abraçou com força, e foi quando comecei a montar uma estética visual mais voltada ao decadentismo do rock, com influências punk, steampunk e moda vitoriana.
Mas a história do Gótico começa muito antes disso, ainda na Idade Média, no contexto do Renascimento do Século XII. Identificável por características muito próprias, principalmente na arquitetura (mais especificamente na construção de catedrais), surgindo como resposta à austeridade românica. O estilo ficou marcado em muitas catedrais europeias, dentre elas a de Notre-Dame, que está no topo da minha lista de lugares para conhecer antes de ficar velha. hahaha!
Mas a história do Gótico começa muito antes disso, ainda na Idade Média, no contexto do Renascimento do Século XII. Identificável por características muito próprias, principalmente na arquitetura (mais especificamente na construção de catedrais), surgindo como resposta à austeridade românica. O estilo ficou marcado em muitas catedrais europeias, dentre elas a de Notre-Dame, que está no topo da minha lista de lugares para conhecer antes de ficar velha. hahaha!
Na moda, o gótico tem dado suas caras há algum tempo, trazendo suas cores sombrias, em especial para o inverno, além de uma febre por crucifixos que tomou até os mais céticos na existência divina. Baseada nesse meu amor pelo gótico, o look de hoje não fala exatamente a língua germânica dos godos, mas estampa o que eu considero clássico no meu guarda-roupas: os óculos redondos, a referência na arquitetura (os vitrais da camisa) e o verticalismo metaforizado pelos high heels. Os acessórios marcados pela predominância de cruzes e caveiras são da Kek Bijoux e look total da Romwe. Espero que gostem! ;*
31 de ago. de 2011
Anjelica Huston, musa Femme Fatale da geração 90's...
A primeira vez que eu vi Anjelica Huston foi quando ela interpretou a Mortícia no filme a Família Addams. O filme estadunidense do gênero humor negro, baseado nos personagens do desenho animado de mesmo nome criado pelo cartunista Charles Addams, era um dos meus prediletos quando criança, até porque, como eu já falei por aqui, era chamada de Vandinha na escola, por causa da vaga semelhança que havia entre eu e a personagem Wednesday, do mesmo filme.
E foi nos fins da década de 90, quando eu era uma infante garotinha que transitava entre os 9 ou 10 anos, com uma imaginação infindável e gosto extremo pelo exotismo, que caí completamente apaixonada por personagens excêntricos e todo o senário do estilo sombrio que rondava os filmes, a música, a filosofia e a moda gótica.
Anjelica Huston foi a primeira mulher em quem eu reconheci uma certa sensualidade que fugia dos padrões que eu costumava notar apelativos –naquele tempo brasileiro de ‘É o Tchan’ hahaha. Foi então que notei a discreta forma, pouco berrante que a personagem ousava. Suponho que foi um momento bastante significativo para mim como criança, ter uma referência do que deveria ser sex appeal, ou melhor, do que seria elegância em uma mulher, tendo em vista que é disso que se fala quando se remete a Anjelica. E por essa discrição e ar imponente, pouco angelical, não é de se negar que ela tenha uma qualidade Femme Fatale.
E foi nos fins da década de 90, quando eu era uma infante garotinha que transitava entre os 9 ou 10 anos, com uma imaginação infindável e gosto extremo pelo exotismo, que caí completamente apaixonada por personagens excêntricos e todo o senário do estilo sombrio que rondava os filmes, a música, a filosofia e a moda gótica.
Anjelica Huston foi a primeira mulher em quem eu reconheci uma certa sensualidade que fugia dos padrões que eu costumava notar apelativos –naquele tempo brasileiro de ‘É o Tchan’ hahaha. Foi então que notei a discreta forma, pouco berrante que a personagem ousava. Suponho que foi um momento bastante significativo para mim como criança, ter uma referência do que deveria ser sex appeal, ou melhor, do que seria elegância em uma mulher, tendo em vista que é disso que se fala quando se remete a Anjelica. E por essa discrição e ar imponente, pouco angelical, não é de se negar que ela tenha uma qualidade Femme Fatale.
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